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Banco Central do Brasil tem concurso com salário de R$ 15.000,00

O Banco Central do Brasil retificou o edital do concurso público para preencher vagas no cargo de Procurador do Banco Central do Brasil. Agora, a taxa de inscrição é R$ 195,00. O candidato pode confirmar a participação entre 9 e 22 de agosto, no site  da CESPE.

Para concorrer a um dos 15 postos, os candidatos deverão possuir diploma de conclusão de curso de graduação de nível superior de bacharelado em Direito fornecido por instituição credenciada pelo Ministério da Educação (MEC), inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e comprovação de, no mínimo, dois anos de prática forense.
O subsídio é R$ 15.719,13, para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. 
O concurso público terá duas etapas. A primeira está dividida em prova objetiva, inscrição definitiva, três provas discursivas, prova oral, além de avaliação de títulos. 
A segunda etapa será composta de Curso de Formação. 
 
A prova objetiva, prevista para ocorrer em 6 de outubro, a inscrição definitiva, as provas discursivas, a entrega dos títulos, a entrega da documentação relativa à vida pregressa e, ainda, a perícia médica dos candidatos que se declararem com deficiência serão realizadas nas cidades de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).  Já a prova oral e o Curso de Formação acontecerão em Brasília (DF).

SERVIÇO
Concurso: Banco Central do Brasil
Vagas: 15, com uma reservada para candidatos com deficiência
Inscrições: entre 9 e 22 de agosto
Taxa: R$ 195,00
Subsídio: R$ 15.719,13
Prova objetiva: 6 de outubro




STF começa a julgar recursos do mensalão


O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na tarde desta quarta-feira (14) mais uma etapa do julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão.  Os ministros vão analisar os primeiros 26 recursos apresentados pelos réus contra decisão do fim do ano passado. Conhecidos como embargos declaratórios, esse recursos servem para questionar pontos omissos ou contraditórios do julgamento e raramente conseguem mudar uma condenação. Acompanhe ao vivo:






Embora a pauta de hoje contenha apenas o recurso do advogado Rogério Tolentino, ligado ao publicitário Marcos Valério, a assessoria da Corte informou que os ministros não são obrigados a começar por esse caso. Também não foi definido se cada recurso será julgado individualmente ou se os ministros vão analisar os casos que tiverem o mesmo argumento todos de uma vez. A expectativa é que eles optem pelo primeiro sistema, individualizando os debates.

Mesmo com finalidade restrita a ajustes pontuais, alguns réus usaram os embargos declaratórios para pedir a absolvição no julgamento, como o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP). Os condenados também pedem a redução da pena, substituição de Barbosa na relatoria do processo e anulação do acórdão, documento que resume o julgamento, que consideram incompleto.

Além dos 25 réus condenados, também apresentou recurso a defesa do empresário Carlos Alberto Quaglia, acusado de auxiliar na lavagem de dinheiro do esquema para o PP. Ele não chegou a ser julgado pelo STF, pois seu caso foi desmembrado para a primeira instância. Ainda assim, o STF foi acionado para cancelar a acusação de quadrilha contra ele, uma vez que as outras pessoas do seu núcleo, acusadas do mesmo crime, foram absolvidas.


São Paulo dia 15 de agosto 2013
Receita alerta para novo golpe nas redes sociais
SÃO PAULO - A Receita Federal alerta sobre novo golpe. Segundo o órgão, nos últimos dois dias cinco pessoas se queixaram que foram enganadas pela rede social.
O golpe funciona do seguinte modo: após o estabelecimento de uma amizade nas redes sociais, o internauta golpista envia pelos Correios a seus amigos internautas presentes (em geral de baixo valor). "A confiança é estabelecida e a amizade consolidada", alerta a Receita.
Alguns dias depois, essas vítimas recebem um pedido de ajuda do golpista, que diz que a questão precisa ser resolvida rapidamente, pois uma encomenda ficou retida no aeroporto. Para a resolução, é necessário um depósito, na faixa de R$ 2 mil e R$ 3 mil, em uma determinada conta corrente bancária O golpista insinua que a vítima será recompensada pela ajuda.
A vítima faz o depósito da quantia solicitada na conta bancária. Entretanto, essa conta corrente é de um terceiro, um "laranja" que emprestou seus dados para o golpista dar o golpe. Dias depois, o internauta golpista desaparece da rede.






















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